NEPOTISMO EM ITAJUÍPE É CASO DE POLICIA

O Art. 37 da Constituição Federal obriga as Administrações Direta e Indireta dos três poderes a seguir os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência na contratação de funcionários no serviço público.

Por estar vedado na própria Constituição, não é preciso lei específica proibindo o nepotismo, o que não impede que municípios e câmaras e outras instituições adotem leis próprias para reforçar a determinação Constitucional, estabelecendo outras restrições, além daquelas recomendadas pelo Ministério Público.

Como efeito ilustrativo, a palavra “nepotismo” é de origem latina que na Idade Média denominava a autoridade que os sobrinhos (nepotes) ou netos (nepos) do Papa desempenhavam na administração eclesiástica.

No serviço público, a derivação da palavra foi atribuída à pratica de contratações de parentes do membro do Poder quando são contratados para empregos temporários, cargos comissionados ou colocados em função gratificada apenas por causa do laço de parentesco em sentido amplo. É o que está acontecendo em Itajuípe cidade administrada pessimamente pela Prefeita Gilka Badaró, que teve a cara de pau de nomear seu filho Humberto Badaró (Humbertinho) para administra duas Secretarias. Estão saqueando os cofres públicos descaradamente. 

A cidade está passando por uma crise administrativa, igual já passou há e vinte anos atrás, quando a mesma Prefeita governava. As qualidades de Humbertinho: não gosta de pagar, e não cumpre acordos, e segundo informações vai sair da Prefeitura podre de rico. Hoje o mesmo é conhecido na cidade  como o "REIZINHO DA OSTENTAÇÃO".

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