O QUE APRENDEMOS COM AS TRAGÉDIAS?


Ao saber que cursei Teologia, as pessoas ficam buscando algum parecer meu sempre que surge uma nova tragédia. Hoje caiu mais um avião, apesar de ainda ser um dos mais seguros meios de transporte. 

No primeiro século a população estava perplexa pelo desabamento de uma torre que matou 18 trabalhadores. Ainda mais, Pilatos perversamente havia iludido algumas pessoas e induzindo-as a um caminho de morte, as matou; depois misturou o sangue delas com os seus rituais de sacrifício (Lucas 13: 1-5). Sem rádio, sem TV, sem internet, o obscurantismo das páginas amarelas ganhavam dimensões inimagináveis.

Infelizmente não será o último infortúnio da história da humanidade, porém, serve de alerta para a nossa existencialidade.

A pior tragédia não está na forma pela qual se morre, antes, porém, pela qual se vive.

Vê-se hodiernamente as pessoas optando por coisas que não dignificam a vida, buscando ajuntar ilicitamente aquilo que nem em cem vidas conseguiriam gastar. Deixando-se corromper, prostituindo o próprio ser. Diante de infortúnios como esses Salomão alerta:

“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração”. Eclesiastes 7:2

Melhor do que lamentar é refletir na forma pela qual estamos vivendo. Sempre é tempo de mudar e de ajudar. O tempo urge, a vida passa. Familiares desses amigos mortos sofrerão um pesar imenso neste Natal. Mas você tem a dádiva de estar com os seus mais este Natal.

“A chave para a imortalidade é podermos viver uma vida que vale a pena ser lembrada”. 

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